Descrição
Joris Ivens nasceu em 1898, em Nimege, na Holanda. Seu pai tinha uma loja de aparelhos fotográficos que, pouco a pouco, se transformou num importante entreposto das novidades da fotografia e do cinema, com o nome de Capi (iniciais do nome do pai de Joris: Cornélius, Adrian, Peter, Ivens). Graças a essa convivência, o jovem Joris estréia no cinema com a idade de 13 anos, dirigindo o seu primeiro curta "A Flecha Ardente", com toda família vestida de índio. Sua carreira de cineasta se intensificou com os movimentos de vanguarda nos anos 30 e logo se tornou o grande nome entre todos os documenteristas da história do cinema. Joris Ivens realizou mais de 60 filmes nos quatro cantos do mundo, registrando guerras, culturas e revoluções a luta do homem contra a natureza, injustiças e belezas. O seu cinema é um legado para a humanidade. Ivens morreu em junho de 1989 deixando "História do Vento", co-dirigido com sua mulher Marceline Loridan, como último testamento. Este filme destacou-se na seleção da 13ª Mostra e volta na 15ª como parte da homenagem prestada a Joris Ivens, com a participação de Marceline Loridan.
Joris Ivens nasceu em 1898, em Nimege, na Holanda. Seu pai tinha uma loja de aparelhos fotográficos que, pouco a pouco, se transformou num importante entreposto das novidades da fotografia e do cinema, com o nome de Capi (iniciais do nome do pai de Joris: Cornélius, Adrian, Peter, Ivens). Graças a essa convivência, o jovem Joris estréia no cinema com a idade de 13 anos, dirigindo o seu primeiro curta "A Flecha Ardente", com toda família vestida de índio. Sua carreira de cineasta se intensificou com os movimentos de vanguarda nos anos 30 e logo se tornou o grande nome entre todos os documenteristas da história do cinema. Joris Ivens realizou mais de 60 filmes nos quatro cantos do mundo, registrando guerras, culturas e revoluções a luta do homem contra a natureza, injustiças e belezas. O seu cinema é um legado para a humanidade. Ivens morreu em junho de 1989 deixando "História do Vento", co-dirigido com sua mulher Marceline Loridan, como último testamento. Este filme destacou-se na seleção da 13ª Mostra e volta na 15ª como parte da homenagem prestada a Joris Ivens, com a participação de Marceline Loridan.