Using archives from the early “scientific expeditions” and “taming campaigns” led by the French colonizers in North Africa, the film follows a community of young nomads and wanderers as they form an imagined utopian society in response to imperialistic rule. Reenactments, improvisations, and interviews are conducted with the inhabitants of Algiers, Kythira Island and the Prosfygika community in Athens, reflecting on the transmission and re-appropriation of history and reviving memories as strategies of resistance.
Usando arquivos das primeiras “expedições científicas” e “campanhas de domesticação” lideradas por colonizadores franceses no norte da África, o filme segue um grupo de jovens nômades enquanto eles formam uma sociedade imaginária e utópica em resposta às regras do imperialismo. Reconstituições de experiências, improvisações e entrevistas são realizadas com habitantes de Argel, capital da Argélia, da ilha de Citera, na Grécia, e da comunidade de Prosfygika, em Atenas, em uma reflexão sobre novas apropriações do relato histórico e sobre a reativação de memórias como estratégia de resistência.