Filme

Mundo Invisível

2011

Informações gerais

ID
MOVI-4443
Mostra
36ª MOSTRAEdição
35ª MOSTRAEdição
Nome
Mundo Invisível
Invisible World
Nome original
Mundo Invisível
País de origem
BrasilLocal
Sinopse
A convite da Mostra Internacional de Cinema, dez dos mais renomados diretores do mundo apresentam sua visão sobre a invisibilidade no mundo de hoje em segmentos filmados na cidade de São Paulo.



Do Visível ao Invisível, de Manoel de Oliveira

Com ironia e fino humor, acompanhamos o reencontro surpreendente de dois amigos, Ricardo e Leon, na Avenida Paulista, coração de São Paulo. Um é português, de passagem pelo Brasil, e o outro é brasileiro. Eles tentam conversar, mas ora o celular de um, ora o do outro toca, impedindo a conversa de se completar. Finalmente, eles decidem telefonar um ao outro para poder se comunicar. Falam da vida, da ética, do amor, da amizade e dos tempos que correm, cercados pelo ritmo incessante da cidade, com seus automóveis e pessoas que não podem parar.



Tributo ao Público de Cinema, de Jerzy Stuhr

O diretor polonês Jerzy Stuhr presta uma homenagem às plateias de cinema, filmando o público de uma das sessões de seu filme O Tempo de Amanhã (2003) na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Ator, Stuhr sente falta da reação da plateia da sala.



Gato Colorido, de Guy Maddin

O vazio e o movimento no Cemitério da Consolação, em São Paulo, contrastados pelas imagens de seu morador, um gato preto, e os visitantes de um feriado de Finados.



Fábula – Pasolini em Heliópolis, de Gian Vittorio Baldi

Em 1968, o cineasta Pier Paolo Pasolini e seu produtor Gian Vittorio Baldi queriam filmar a vida do apóstolo São Paulo na periferia de uma grande cidade. 40 anos depois, essa memória volta ao produtor na cidade de São Paulo e ele decide visitar Heliópolis.



Tekoha, de Marco Bechis

A mata nativa do Parque Trianon, em plena Avenida Paulista, no coração de São Paulo, é redescoberta por índios Guarani-Kaiowá em sua visita à cidade. Quando eles saem do parque, são cercados por transeuntes curiosos.



Ver ou não ver, de Wim Wenders

Há algum tempo, Yasmin, Itamara e Dandara teriam ido para uma escola de cegos. Graças ao pioneiro programa desenvolvido pela doutora Silvia Veitsman, do Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo, que ensina crianças a usarem a visão residual desde cedo, as três meninas agora vão para escolas comuns.



Aventuras do Homem Invisível, de Maria de Medeiros

Um café da manhã servido numa bandeja avança pelos corredores de um hotel de luxo, num tilintar de louça. Abre portas de intimidades expostas sem pudor sob o olhar de um garçom, o homem que deve ser invisível e que por vezes vê mais do que queria.



Céu Inferior, de Theo Angelopoulos

O submundo do centro e dos subterrâneos de São Paulo e seus habitantes quase imperceptíveis. O colorido da arte urbana do grafite na melancolia do mundo exterior sem redenção, e o peso da consciência divina.



Yerevan - O Visível, de Atom Egoyan

Um homem vai a Yerevan, capital da Armênia, para resgatar a história de seu avô desaparecido. Ele leva um cartaz e uma série de fotos, à procura de mais informações, até a praça central da cidade (Praça da República, antiga Praça Lênin). Lá, ele chama atenção de um senhor que encontra, entre suas fotos, um velho amigo, morto naquela mesma praça, em uma repressão nunca divulgada no Brasil.



O Ser Transparente, de Laís Bodanzky

Para o japonês Yoshi Oida, criador do conceito do “ator invisível”, um ator consegue uma grande interpretação quando o espectador não o enxerga em cena. Misturando arte e documentário, o filme faz uma investigação sobre o trabalho do ator por meio de entrevistas como a de Monja Coen e performances como a do ator Lee Thalor.

Invited by São Paulo International Film Festival, ten of the most renowned directors in the world present their vision of invisibility in today’s world in episodes filmed in the city of São Paulo.



From Visible to Invisible, by Manoel de Oliveira

With irony and refined humor, we follow the surprising reunion of two friends, Ricardo and Leon, at Avenida Paulista, the heart of São Paulo. One is Portuguese, passing through Brazil; the other, Brazilian. They try to talk, but their cellphones won’t stop ringing, disturbing their conversation. Finally, they decide to ring one another in attempt to communicate. They talk about life, ethics, love, friendship and also about the time that goes by, surrounded by the restless pace of the city and people that can’t stop.



Tribute to the Cinema Audience, by Jerzy Stuhr

Polish director Jerzy Stuhr makes a tribute to the audience of movie theatres, filming the public of one of the screenings of his film, Tomorrow´s Weather (2003), at the São Paulo International Film Festival. Also an actor, Stuhr notices the lack of reaction of the audience in the theatre.



Colorful Cat, by Guy Maddin

The emptiness and the hustle at the Consolação Cemetery, in São Paulo, are contrasted with images of a black cat that lives there and the visitors that come during All Souls` Day.



Fable – Pasolini in Heliópolis, by Gian Vittorio Baldi

In 1968, filmmaker Pier Paolo Pasoloni and his producer Gian Vittorio Baldi were aiming to film the life of the apostle Saint Paul in the suburbs of a metropolis. Forty years later, the idea clicked again to Gian during his stay in São Paulo, and he decided to visit Heliópolis.



Tekoha, by Marco Bechis

The native forest of the Trianon Park on Paulista Avenue, the heart of Sao Paulo, is rediscovered by the Guarani-Kaiowá indigenous people during their visit to the city. When they leave the park, they are surrounded by curious people that pass by.



To see or not to see, de Wim Wenders

Some time ago, Yasmin, Itamara and Dandara would have gone to a blind school. Thanks to the pioneering program developed by dr. Silvia Veitsman, from the Department of Ophthalmology in Santa Casa de São Paulo, teaching children to use residual vision early on, the three girls now go to regular schools.



Adventures of the Invisible Man, by Maria de Medeiros

A breakfast served on a tray moves through the corridors of a luxury hotel, on a clatter of dishes. It opens doors of intimacies exposed without shame in the sight of a waiter, the man who should be invisible and sometimes sees more than he wanted.



Lower Heaven, de Theo Angelopoulos

The underworld of the center and of the underground of São Paulo and its almost imperceptible inhabitants. The colorful of street art of graffiti in the melancholy of the outside world without redemption, and the weight of divine consciousness.



Yerevan - The Visible, by Atom Egoyan

A man goes to Yerevan, capital of Armenia, to recover the story of his grandfather who disappeared. He brings a poster and a series of photos, looking for more information to the central town square (Republic Square, former Lenin Square). There, he draws attention of a man who found among his pictures an old friend, killed in that same square, in a crackdown never known in Brazil.



The Transparent Being, by Laís Bodanzky

To Japanese Yoshi Oida, creator of the concept of the “invisible actor”, an actor achieves a great performance when he is not seen on stage. Mixing art and documentary, the film investigates the work of the actor though interviews like Monja Coen’s and performances like the actor Lee Thalor’s.
Duração (min)
70
Cromia
ColoridoCromia
Formato / Bitola
DigitalFormato de Video
Gênero
FicçãoGênero

Ficha técnica

Produção
Leon Cakoff, Renata de Almeida, Caio Gullane, Fabiano Gullane, Debora Ivanov, Gabriel Lacerda
Produzido por
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Gullane

Assets

Imagem

2011